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Se aproximando de 700 casos e diante de quase 10 milhões para enfrentamento da Covid-19, Magno Bacelar anuncia espaço para testagem de pacientes, mas não fala em disponibilizar um único comprimido para doentes

Antenor Ferreira 

Infelizmente o município de Chapadinha/MA caminha de forma rápida para uma situação de colapso, por conta da desenfreada proliferação do novo coronavírus, Covid-19. Segundo dados do último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, o município tem 672 casos confirmados da doença, com 12 mortes registradas.  

Em lives da TV Antenados (Clique AQUI e acesse nossa Fanpage), temos denunciado o descaso e inoperância do prefeito Magno Bacelar, diante desse cenário de crise, mesmo  o município tendo recebido mais de 2 milhões de reais para enfrentamento da doença, com previsão de receber ainda 6,7 milhões, beirando 10 milhões em recursos. 
Prefeito de Chapadinha, Magno Bacelar, fazendo teste para doença 
O município de Chapadinha é um dos únicos da região Baixo Parnaíba que não doou uma única máscara à população, não adotou medidas eficazes que impedissem a proliferação da doença, tardou em se preocupar com a aglomeração de pessoas em casas lotéricas e agências bancárias, e ficou apenas numa interminável publicação de decretos que de nada funcionaram, levando o município a se destacar entre os 5 do estado no ranking de maior número de contaminação pela doença. 

Agora, diante de um iminente cenário de colapso, quando enfim reacendíamos a esperança de que alguma postura coesa fosse adotada pelo líder do executivo, vemos ser anunciado com alarde o amontoar de cadeiras no ginásio poliesportivo do município, para a realização de exames da doença, mediante agendamento, que podem escrever que não vai funcionar. 
Ginásio de esportes de Chapadinha recebe cadeiras para atendimento de pessoas com Covid-19
O prefeito parece esquecer que não adianta testes se não houver tratamento à população. Digo isso por que temos recebido inúmeras denúncias de pessoas que foram atendidas na Unidade de Pronto Atendimento - UPA, e que de lá saíram apenas com o receituário na mão, mas sem o dinheiro necessário para comprar no bolso, acabaram não tendo como se tratar. 

Enquanto assistimos municípios vizinhos como Anapurus, São Benedito do Rio Preto, Urbano Santos, Belágua..., e tantos outros disponibilizar medicamentos à população, em Chapadinha não se ver falar em nada. 

Os medicamentos cruciais que integram o protócolo de tratamento da doença (Azitromicina, Ivermectina, Zinco e Hidroxicloroquina), que deveriam está sendo entregues gratuitamente às vítimas da doença, estão sendo comprados a peso de ouro por aqueles que podem, enquanto que aos que não tem condição, diante da super valorização e indisponibilidade no comércio local, resta apenas clamar a Deus. 

É preciso que o município trate com seriedade esse mal, que infelizmente já levou 12 filhos de nossa amada terra, e se as coisas continuarem da maneira que estão pode ser que muitos ainda chorem a perda de seus entes queridos. 

Peço aqui também que o Ministério Público haja. Que fiscalize para onde está indo todos os recursos recebidos pela Prefeitura de Chapadinha, antes que o pior aconteça. 

Que Deus nos salve!  

Antenor Ferreira

Jornalista chapadinhense, 33 anos, apresentador de rádio e TV, e redator dessa página. Obrigado por sua visita! Siga-nos no insta: @antenor.oficial

1 comentários:

  1. Esse prefeito tá aqui tá meu tratamento saiu do meu bolso nem se quer nos posto tinha remédio é muita falta de ética

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