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Hildo Rocha defende implantação de Hospital de Combate ao Câncer no Baixo Parnaíba


Em defesa da vida. Membro titular da Comissão Especial destinada a implementar e acompanhar ações de combate ao câncer no Brasil, o deputado federal Hildo Rocha defendeu, durante sessão do colegiado, a instalação de uma unidade de referência no tratamento da doença na Região do Baixo Parnaíba.

Durante debate acerca da experiência do hospital de Barretos, no combate ao câncer, Hildo Rocha destacou que hoje no Maranhão o Hospital Aldenora Belo atende praticamente à população do Maranhão inteiro. O parlamentar ressaltou que apesar de ser um hospital de excelente qualidade o Aldenora Belo, juntamente com o hospital geral do estado, não dá conta de tratar todas as pessoas do Maranhão que precisam de tratamento contra o câncer.


"O Hospital Aldenora Belo e o Hospital Geral do Estado estão na capital. Então, é necessário que sejam instaladas outras unidades, distribuídas em várias regiões do estado, para desafogar a alta demanda do Aldenora Belo e do Hospital Geral. Temos que facilitar o acesso dos pacientes aos tratamentos e evitar as filar. Devemos levar em consideração que a maior demanda por atendimentos está no interior do estado onde reside 80% da nossa população, apenas 20% moram na capital”, argumentou o parlamentar.

Hospital de referência para atender o Baixo Parnaíba

Hildo Rocha enfatizou que em breve o Maranhão terá mais duas unidades hospitalares do grupo do hospital de Barretos especializadas no tratamento e prevenção do Câncer: uma que já se encontra em fase de construção, na cidade de Imperatriz e outra na cidade de Pinheiro, unidade que irá atender pacientes de toda a região da baixada maranhense, algo em torno de 500 mil pessoas.

“Vou trabalhar junto à bancada dos senadores e deputados para que seja implantada uma terceira unidade do hospital de Amor no Maranhão, mais precisamente na cidade de Chapadinha, Região do Baixo Parnaíba para que possamos ampliar a oferta de tratamento e ações preventivas para cerca de meio milhão de pessoas. Nós, da bancada federal, colocamos recursos orçamentários para que seja construído um hospital de Amor em Pinheiro. O senador Weverton conseguiu uma unidade desse mesmo hospital para Imperatriz”, argumentou o deputado.

Uma história inspiradora

A exitosa experiência do Hospital de Barretos é inspiradora. Nos anos 60 a população da região tinha que viajar centenas de quilômetros para buscar tratamento oncológico. Muitas dessas pessoas tinham dificuldades de fazer o percurso até a capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades, além da imprevisibilidade de vaga para internação.

Essa realidade motivou a instalação de um pequeno centro de saúde, com pouco mais de 2 mil metros quadrados, que começou a receber muitos desses pacientes, que, em sua maioria, eram previdenciários, com poucos recursos e com alto índice de analfabetismo.

Com o aumento da demanda e desse acolhimento, com o passar dos anos, em 1967, foi instituída a Fundação Pio XII, entidade que se tornou a mantenedora da instituição, que passou a atender apenas pacientes portadores de câncer.

Devido à grande demanda o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.

No ano de 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a ideia do pai e com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região realiza mais uma parte do projeto.

Dando sequência ao projeto, que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, o hospital cresceu, se aprimorou e se transformou numa eficiente unidade de tratamento de câncer no País.

Um novo nome, o carinho e a qualidade de sempre


Em novembro de 2017, a instituição assumiu como nome o apelido pelo qual já era conhecido entre seus pacientes, familiares, médicos e parceiros, passando a se chamar “Hospital de Amor”.

A entidade busca a excelência no atendimento médico hospitalar, através de ações humanizadoras, constante aperfeiçoamento técnico e profissional, divulgação científica do ensino e pesquisa, o que nos permite absorver a crescente demanda e com isso realizar o fortalecimento do Sistema Único de Saúde.



Antenor Ferreira

Jornalista chapadinhense, 33 anos, apresentador de rádio e TV, e redator dessa página. Obrigado por sua visita! Siga-nos no insta: @antenor.oficial

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