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Hildo Rocha se posiciona contra acordo entre Brasil e Chile: “prejudica as micro e pequenas empresas brasileiras e dificulta a geração de empregos”

 


O deputado federal Hildo Rocha se manifestou contra o acordo de livre comércio entre Brasil e Chile no âmbito do Mercosul que foi aprovado pela Câmara. O texto (Mensagem 369/19) foi enviado pelo governo ao Congresso em 2019, depois de ter sido assinado pelos dois países no ano anterior.

O acordo trata de diversas medidas adicionais ao acordo tarifário assinado em 2015 e detalha pontos referentes ao comércio, investimentos, entrada de profissionais dos dois países, comércio eletrônico e compras governamentais entre o Brasil e o Chile.

Compras governamentais

Hildo Rocha destacou que um dos pontos mais prejudiciais diz respeito à abertura do mercado de compras governamentais dos dois países para empresas brasileiras e chilenas. De acordo com o parlamentar, a diferença de tamanho entre as duas economias faz com que as empresas brasileiras percam mercado.


“Nosso mercado é de 1 trilhão e 840 bilhões de dólares, contra um mercado de 282 bilhões de dólares, do Chile. A aprovação desse acordo abre um megamercado para as microempresas do Chile, enquanto que as micro e pequenas empresas brasileiras terão um pequeno mercado, já totalmente controlado pelos chilenos. Portanto, as microempresas brasileiras vão ter um grande prejuízo. O acordo permitirá que as pequenas e as microempresas do Chile venham abocanhar uma boa fatia do mercado governamental brasileiro”, explicou Hildo Rocha.

O mercado governamental brasileiro é formado pelos municípios, estados e a União. O acesso a esse fabuloso mercado, estimado em mais de cem bilhões de reais por ano, ocorre por meio de licitações que é a forma de se obter serviços, materiais e equipamentos necessários ao funcionamento dos entes federados em conformidade com as leis e normas em vigor.

Ainda que as aquisições e contratações do setor público visem prioritariamente ao cumprimento das diversas missões governamentais, é inegável que uma utilização mais articulada do potencial econômico desta demanda pode viabilizar diversos outros objetivos também associados ao processo de desenvolvimento.



Antenor Ferreira

Jornalista chapadinhense, 33 anos, apresentador de rádio e TV, e redator dessa página. Obrigado por sua visita! Siga-nos no insta: @antenor.oficial

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